Novo romance de Virgílio Castelo nos escaparates

São muitos os lançamentos das chancelas Guerra & Paz, Euphoria e Gradiva, para surgir nos escaparates no mês de janeiro deste ano, entre novos títulos de autores consagrados, volumes que se juntam a outros em coleções temáticas e ainda clássicos.

Sem se ser exaustivo, destacam-se aqui, a começar pela Guerra & Paz, com um novo título do ator e romancista consagrado Virgílio Castelo, Consumo Obrigatório, no qual se encontra a autobiografia de toda uma geração a partir de uma viagem por discotecas e boîtes, entre outros lugares de diversão noturno, alguns mal-afamados.

Contributo para a História Contemporânea é o caso de Macau: A Última Transição – Vasco Rocha Vieira (1991-1999), trabalho de fundo do historiador Alfredo Gomes Dias, publicado em parceria com a Fundação Jorge Álvares.

Refém, de Eli Sharabi, é um apontamento de atualidade, que consiste num relato na primeira pessoa do autor, judeu raptado pelo Hamas a 7 de outubro de 2023 a Israel sobre os seus mais de 400 dias de cativeiro.

Sobre a Euphoria, além dos títulos a lançar, um dado agora dado a conhecer. A chancela cresceu em 2025, em relação ao ano anterior, 213%, e criou, entretanto, a sua corrente de público. Passará a ter um site próprio, assim como a respetiva newsletter. Títulos de janeiro são os dois romances; Tóxico, de Nicole Blanchard, e O Crime de São Valentim, de Vanessa Allen, que se mantém há 52 semanas no top dos bestsellers do New York Times.

Passado o testemunho da Gradiva das mãos do fundador, Guilherme Valente, para as de Manuel S. Fonseca, Diretor Editorial da Guerra & Paz, são oito os títulos agora postos nos escaparates daquela chancela. Entre eles, A Inteligência Artificial de A a Z, de Carlos Fiolhais, o nosso melhor pedagogo, sobre a Inteligência Artificial. Outro título é O Esplendor das Amizades. A Experiência Portuguesa de Edgar Morin, publicação coordenada por Guilherme D’Oliveira Martins, que a editora descreve como um esplêndido retrato do Portugal da ditadura e de uma descoberta mútua. Outro, Cães Pretos, de Ian McEwan, põe o leitor em contacto com um dos nomes mais impactantes e celebrados da literatura contemporânea, neste contributo sobre o lado mais sombrio da Humanidade.

 

12 de janeiro de 2026